Wilson Lima visita operações da Eneva e reforça legado de transformação do setor de gás no Amazonas

Wilson Lima liderou a quebra do monopólio do gás no estado, destravou o Campo de Azulão após mais de 20 anos e abriu caminho para uma nova matriz de investimentos, empregos e desenvolvimento no interior

Wilson Lima visita operações da Eneva e reforça legado de transformação do setor de gás no Amazonas
Reprodução

O presidente do União Brasil no estado e pré-candidato ao Senado, Wilson Lima, visitou nesta quarta-feira (21) as operações da Eneva no Complexo Azulão, em Silves, reforçando os resultados de medidas implementadas durante sua gestão que mudaram o cenário do setor de gás no Amazonas.

A visita ocorreu em uma região que hoje representa uma das principais transformações econômicas do interior do estado. O Campo de Azulão, descoberto em 1999, permaneceu por cerca de 20 anos sem exploração efetiva devido a um cenário de monopólio que limitava a entrada de novas empresas e afastava investimentos privados.

Wilson Lima foi governador de 2019 a abril deste ano. Esse cenário do mercado do gás natural começou a mudar a partir de decisões adotadas por Wilson Lima, como a sanção da Lei nº 5.420/2021, o Novo Marco do Gás, que abriu o mercado para a livre concorrência. A mudança permitiu a entrada de novos investidores, criou segurança jurídica para o setor e viabilizou projetos que estavam estagnados há décadas.

Durante a visita, Wilson Lima destacou os impactos gerados pela nova dinâmica econômica construída a partir da abertura do mercado.

“Só para você ter ideia, em sete anos, a Eneva investiu em torno de R$ 10 bilhões, isso significa mais impostos para o Governo do Estado que é revertido em benefícios para população. Mais impostos para os municípios. Nesse período foram gerados aproximadamente mais de 15 mil empregos diretos e indiretos, fora os empregos induzidos e sem contar com aqueles empreendimentos viabilizados aqui nessa região. A região vive uma nova realidade. E ao longo desses anos essa foi uma matriz econômica consolidada”, afirmou.

Wilson Lima também ressaltou que o potencial do gás natural no Amazonas já existia, mas enfrentava obstáculos que impediam seu desenvolvimento.

“O gás já era realidade no estado do Amazonas, mas ele pertencia a um monopólio. Esse monopólio apresentava uma resistência muito grande, o que inviabilizou a exploração dessa atividade nessa região. No momento em que a gente quebra o monopólio e permite que empresas como a Eneva e outros grandes grupos pudessem vir ao estado do Amazonas, fazendo com que nossa economia se movimentasse”, completou.

A agenda incluiu visitas à Unidade de Tratamento de Gás, ao centro de controle e monitoramento, às estruturas de geração de energia e aos sistemas de exploração e tratamento do gás natural. O complexo representa hoje uma realidade oposta ao cenário encontrado antes de 2019.

Atualmente, a UTE Azulão I está em fase final de testes antes do início da operação comercial, prevista para agosto de 2026. Já a UTE Azulão II, prevista para entrar em operação em 2027, ampliará a capacidade de geração com maior eficiência energética.

Além dos impactos no setor energético, as medidas adotadas durante a gestão Wilson Lima também contribuíram para impulsionar a economia local, fortalecendo municípios como Silves e Itapiranga com geração de empregos, aumento da atividade comercial e novos investimentos em qualificação profissional. Um exemplo é a implantação da primeira escola técnica integral do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas no interior do estado, iniciativa apoiada por investimentos ligados ao empreendimento e que já formou profissionais absorvidos pelo mercado de trabalho da região.