Recém-lançado no Brasil, SUV da Volkswagen já vai mudar de design e nome para ID.Tiguan
O ID.4 é o primeiro elétrico da VW à venda no mercado brasileiro por R$ 299 mil, mas montadora já confirmou que modelo será substituído pelo ID.Tiguan em 2027.
A Volkswagen vai apresentar em outubro o novo ID. Tiguan, SUV totalmente elétrico que será lançado globalmente no início de 2027. O modelo vai substituir o ID.4, que acabou de ser apresentado no Brasil e custa R$ 299.990.
O modelo será o terceiro nome tradicional da marca a migrar para a linha de carros elétricos, depois do ID. Polo e do ID. Cross.
O novo SUV terá desenho completamente diferente e, segundo a Volkswagen, aparência de um veículo de segmento superior. O ID. Tiguan também vai substituir o ID.5 dentro da linha elétrica da marca.
A estreia mundial está prevista para o início de outubro. Até lá, o modelo continua em testes, ainda camuflado.
Apesar da chegada da versão elétrica, o nome Tiguan continuará sendo usado em modelos com motores a combustão e híbridos. Assim, a Volkswagen terá versões com diferentes tipos de motorização usando o mesmo nome.
Atualmente, o Tiguan é o modelo mais vendido da Volkswagen e também de todo o grupo Volkswagen no mundo.
O g1 entrou em contato com a Volkswagen do Brasil para saber mais detalhes. A empresa informou que não tem uma posição oficial sobre o anúncio do ID. Tiguan.
No Brasil, a Volkswagen lançou em 2026 a nova geração do Tiguan, equipada com motor 2.0 turbo de 272 cv.
Na linha elétrica, o ID.4 e o ID.5 já somam mais de 950 mil unidades entregues desde 2021. Os dois estão entre as famílias de veículos elétricos a bateria mais vendidas da Volkswagen.
O ID. Tiguan apresentado pela Volkswagen ainda é classificado como um conceito próximo da versão de produção e não está disponível para venda.
A Volkswagen afirma que já produziu mais de 8,3 milhões de unidades do Tiguan. Para Thomas Schäfer, CEO da Volkswagen e responsável pela marca, o novo modelo leva para a linha elétrica características associadas ao SUV, como espaço interno e tecnologias embarcadas.
Fonte: G1

